Cozinhas solidárias do MTST entregaram 200 mil marmitas desde o início das enchentes

Movimento social estabeleceu três cozinhas de emergência em Porto Alegre para ajudar a alimentar famílias atingidas

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Cozinha Solidária da Azenha, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), chegou a marca de 200 mil marmitas distribuídas desde o início da emergência climática. Em comemoração, o movimento serviu bolo na Praça Princesa Isabel | Foto: Isabelle Rieger/Sul21

Sul 21 – O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) alcançou nesta segunda-feira (1º) a marca de 200 mil marmitas entregues em suas cozinhas solidárias desde o início das enchentes que atingiram Porto Alegre, em maio.

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No início daquele mês, a Cozinha Solidária da Azenha foi convertida na primeira cozinha de emergência do MTST, aumentando em 10 vezes a capacidade de produção para alimentar pessoas afetadas pelas enchentes. Posteriormente, foram inauguradas novas unidades das cozinhas, nos bairros do Lami e Mário Quintana. A marca de 200 mil marmitas foi alcançada somando a produção das três cozinhas.

Nesta segunda, o movimento realizou um ato na Praça Princesa Isabel, no bairro Azenha, próximo ao local onde fica a primeira unidade da cozinha, com a entrega de bolo para os usuários do espaço como forma de celebrar a marca de 200 mil marmitas fornecidas.

“Duzentas mil marmitas, duzentos mil pratos de comida, duzentas mil situações que a gente combateu a fome”, celebrou Fernando Campos Costa, Coordenador Nacional do MTST, durante o ato. “O primeiro dia da enchente, quem é que estava lá levando marmita? Era a Cozinha Solidária. E isso é bem importante porque é o movimento social organizado, é o povo organizado, garantindo que a gente não vai passar fome. Não foi empresa, não foi igreja, foi o movimento social organizado que luta por moradia, que luta pelos sem-teto”, complementou.

 

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