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Senado Federal

CI vai investigar paralisação de obras no viaduto da BR-364

Senadores da Comissão de Infraestrutura (CI) vão à Vilhena (RO) para apurar as causas da paralisação das obras do viaduto na BR-364 desde 2024. As ...

15/07/2025 21h46
Por: Júlio Santos
Fonte: Agência Senado
Presidente da CI, Marcos Rogério ( à dir.) fala com Jaime Bagattoli - Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Presidente da CI, Marcos Rogério ( à dir.) fala com Jaime Bagattoli - Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Senadores da Comissão de Infraestrutura (CI) vão à Vilhena (RO) para apurar as causas da paralisação das obras do viaduto na BR-364 desde 2024. As obras seguem sem previsão de retomada. O colegiado aprovou um requerimento com esse objetivo nesta terça-feira (15).

Orçado em R$ 27 milhões, o projeto prevê a construção de um complexo viário, distante cerca de 10 km da área urbana de Vilhena, projetado para integrar as BRs 364 e 435 e facilitar o acesso ao município de Colorado do Oeste e a outras cidades da região.

De acordo com o presidente da comissão, senador Marcos Rogério (PL-RO), que é o autor do pedido, a diligência externa deve ocorrer nas próximas semanas. Um dos motivos do atraso seria um impasse envolvendo a retirada de torres de energia.

— A informação que se tem é de que a Energisa estaria criando dificuldades com relação à retirada de postes e de linhas de transmissão, o que tem provocado atraso no fluxo de obras. Eu vou lá no período de recesso agora; nós vamos fazer uma visita in loco — disseMarcos Rogério.

O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) apontou que a empresa responsável pela obra teria pedido recuperação judicial:

— Eu estive no DNIT e a informação que eu tenho é de que a Madecon, que era a empresa que estava lá pediu recuperação judicial. Nós precisamos de um esclarecimento melhor sobre essa situação e a empresa está abandonada — afirmou Bagattoli.

Além da diligência, Marcos Rogério apresentou requerimento para que o DNIT preste esclarecimentos formais sobre o andamento da obra, os motivos da suspensão e os custos para a retirada das torres.

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