O Partido dos Trabalhadores (PT) realizou no domingo, 1º de março, em Miraguaí, o Primeiro Encontro da Caravana para Construção do Programa de Governo, marcando o início do movimento “Levanta Rio Grande”. O ato oficializou a pré-candidatura de Edegar Pretto ao Governo do Estado, além das pré-candidaturas de Paulo Pimenta e Manuela D'Ávila ao Senado Federal.
A programação ocorreu no Salão do Grupo da Terceira Idade Alegria, reunindo lideranças locais, regionais, estaduais e federais, além de filiados e simpatizantes. Antes do encontro, o ônibus da caravana esteve concentrado em frente à empresa Mais Frango, de onde seguiu com apoiadores até o local do evento. A proposta é percorrer diferentes regiões do Rio Grande do Sul para ouvir a população e construir um plano de governo participativo.
Durante o discurso, Pretto destacou suas raízes em Miraguaí e relembrou a trajetória do pai, o ex-deputado Adão Pretto, afirmando que o programa será elaborado a partir do diálogo com as comunidades. Ele cumprimentou prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, movimentos sociais e representantes da Região Celeiro, além de reforçar compromisso com as comunidades indígenas da Reserva do Guarita.
O pré-candidato defendeu a retomada de políticas públicas voltadas aos povos indígenas, com participação direta na formulação das ações, e enfatizou a valorização das mulheres nas decisões políticas. Também relembrou sua atuação como presidente da Assembleia Legislativa, quando, segundo ele, defendeu o patrimônio público estadual e a participação popular em votações estratégicas.
Pretto mencionou ainda sua experiência na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, destacando programas de apoio à agricultura familiar e aquisição de alimentos. Entre as propostas apresentadas estão investimentos em saúde e educação, valorização dos servidores públicos, geração de emprego e renda e incentivo ao desenvolvimento equilibrado entre capital e interior.
Ele ressaltou que municípios como Tenente Portela terão papel importante na construção das propostas, citando seus vínculos familiares e registro civil na cidade. Ao encerrar, afirmou que o movimento pretende unir diferentes lideranças em torno de um projeto coletivo para o Estado. “O gaúcho pode cair, mas não fica no chão. Ele se levanta. E é isso que queremos para o Rio Grande do Sul”, concluiu.
Folha Popular




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