O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, inspirou uma série de ações educativas nas escolas municipais ao longo das últimas semanas. As atividades promoveram reflexões sobre respeito, igualdade racial e a importância de reconhecer e combater práticas discriminatórias ainda presentes no cotidiano.
Entre palestras, rodas de conversa e encenações, estudantes do 3º ao 5º ano participaram de momentos de aprendizado e sensibilização conduzidos por profissionais da educação, que destacaram o significado da data e sua relação com a luta de Zumbi dos Palmares e do povo negro no Brasil.
Cronograma de atividades foram desenvolvidos durante o mês
05/11 (tarde) – Turmas do 4º e 5º ano da EMEF General Américo de Moura, Esquina Jabuticaba;
11/11 (manhã) – Turma do 4º ano A da EMEF Novo Horizonte – sede;
12/11 (tarde) – Turmas do 3º e 4º B da EMEF Novo Horizonte – sede.
Reflexões sobre racismo e empatia
Durante os encontros, a história “E se fosse você?” foi utilizada como ferramenta para provocar reflexões sobre o bullying racial. A narrativa permitiu que os alunos se colocassem no lugar do outro, compreendendo como atitudes discriminatórias — ainda que naturalizadas — causam impactos profundos.
As turmas também acompanharam apresentações de slides informativos e participaram de conversas sobre a origem e o significado do Dia da Consciência Negra. A programação incluiu ainda pequenas encenações baseadas em situações comuns do dia a dia, destacando comportamentos racistas que muitas vezes passam despercebidos, mas precisam ser identificados e enfrentados.
Educação antirracista como compromisso
De acordo com os educadores envolvidos, o principal objetivo foi promover a empatia e reforçar o compromisso com uma educação antirracista, que valorize a história e a cultura afro-brasileira de forma contínua — não apenas na data comemorativa.
As atividades reforçaram que a escola é um espaço fundamental para construir novos olhares e desenvolver cidadãos mais conscientes, respeitosos e preparados para atuar em uma sociedade diversa.
Construção de valores coletivos
As ações realizadas nas escolas também fomentam o diálogo entre alunos, professores e famílias, estimulando a reflexão coletiva sobre como combater o racismo estrutural. Promover debates e vivências educativas é um passo essencial para transformar comportamentos, ampliar o respeito mútuo e fortalecer a inclusão.
As escolas municipais seguem comprometidas em realizar atividades ao longo do ano que valorizem a igualdade racial e celebrem as contribuições históricas, culturais e sociais da população negra no Brasil.
Folha Popular: Com informações da Ascom















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