Mecânica Jaime
F&J Santos
Mercado do povo
Niederle
Sicoob
Unimed
APPATA
Meganet
Lazzaretti
Vento Sul
Hospital Santo Antonio
Rádio Municipal
Pizzaria Alcapone
Sala
Ponto Grill
Sicredi
Portela FM
Tarzan
Fitness
Internacional

Mauro Vieira critica países que lucram com a destruição

Chanceler brasileiro participou da reunião de ministros no G7

27/03/2026 15h25
Por: Júlio Santos
Fonte: Agência Brasil
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, criticou países que fazem da destruição promovida nas guerras oportunidades para a obtenção de lucros. O chanceler brasileiro encontra-se na França, onde participou como convidado da reunião entre ministros no G7 – grupo formado pelas sete maiores economias do planeta.

Em entrevista nesta sexta-feira (27) ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional , Vieira defendeu, como forma de evitar situações como a atual, em que conflitos locais tenham efeitos negativos globais, a "construção e preservação de mecanismos e cooperação e convivência entre os países”.

O chanceler argumentou que os conflitos de hoje são diferentes daqueles ocorridos durante as grandes guerras mundiais.

“Elas [as guerras atuais] se fracionam e se manifestam em várias formas e modelos diferentes, como vimos em Gaza, na Cisjordânia e na Ucrânia”, disse o ministro.

Lucros com a guerra

Nesse cenário, acrescentou, “há países que querem aproveitar a destruição para obter lucros financeiros”, o que, segundo ele, causou grave impacto na economia mundial globalizada.

A posição brasileira com relação a esses conflitos já é bastante conhecida: construir e preservar mecanismos de cooperação e convivência entre os países, bem como preparar mecanismos que promovam o entendimento e a prevenção dos conflitos.

“Este é também um dos papéis importantes que as Nações Unidas têm entre seus encargos, assim como os de manter a paz e a segurança internacional”, acrescentou.

Mauro Vieira reiterou que o Brasil procura se manter em uma posição de equidistância, propondo negociações, na busca por uma razão que leve as partes a saírem da guerra . E, dessa forma, “salvar as vidas de civis e militares; e as infraestruturas econômicas que estão sendo destruídas na região”.

Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários