F&J Santos
Portela FM
Tarzan
Mecânica Jaime
Ponto Grill
Vento Sul
Hospital Santo Antonio
Lazzaretti
Pizzaria Alcapone
Sicoob
Sala
Meganet
Fitness
Sicredi
APPATA
Unimed
Niederle
Mercado do povo
Rádio Municipal
Economia

Maior risco da reforma tributária é rever acordo político, diz Durigan

Ministro cita imposto seletivo e transição do ICMS como desafios

02/07/2026 16h58
Por: Júlio Santos
Fonte: Agência Brasil
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (2) que o maior desafio para a implementação da reforma tributária no Brasil é a oposição querer revisitar a decisão política, que, segundo ele, foi o mais difícil de se conseguir.

"Aprovar emenda constitucional, dois projetos de lei complementar, o grande risco é querer revisitar, isso é um erro. O primeiro risco é o político", disse o ministro na nova edição do projeto Caminhos do Brasil, promovido por O Globo, Valor Econômico e Rádio CBN no Rio de Janeiro.

Outro ponto de alerta, segundo ele, é que o imposto seletivo já esteja em vigor no próximo ano, quando o imposto sobre produtos industrializados (IPI) deixará de valer. O imposto seletivo é um novo tributo federal criado pela reforma tributária para desestimular o consumo de bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.

Durigan informou que o governo vai enviar um projeto para o Congresso Nacional para implementar o novo imposto.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Outro desafio sinalizado pelo ministro é a transição do fim do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), um tributo estadual, por ser um processo mais demorado. "Existe uma guerra fiscal muito forte entre os estados", destacou.

O ICMS será substituído pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) – administrados pelos estados e municípios.

Durigan também ressaltou que o governo tem um desafio tecnológico de deixar um sistema organizado e azeitado com estados e municípios por causa do conflito federativo com a guerra fiscal. "O sistema tem que ser mais simples do que é hoje".

Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários