Unimed
Portela FM
Sicoob
Pizzaria Alcapone
Lazzaretti
Mercado do povo
Ponto Grill
Vento Sul
Sicredi
F&J Santos
Fitness
Rádio Municipal
APPATA
Sala
Meganet
Hospital Santo Antonio
Tarzan
Mecânica Jaime
Niederle
Geral

Frente das Águas debate na 2ª o sistema de proteção contra as cheias da Região Metropolitana

Frente das Águas debate na 2ª o sistema de proteção contra as cheias da Região Metropolitana

06/07/2024 11h26Atualizado há 2 anos
Por: Júlio Santos
Foto: Joana Berwanger/Sul21
Foto: Joana Berwanger/Sul21

Sul 21 - A Frente das Águas da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul promove na próxima segunda-feira (8), às 18h, uma audiência pública sobre o Sistema de Proteção contra as cheias na  Região Metropolitana de Porto Alegre. O evento vai reunir prefeitos e operadores do sistema para avaliar as lições aprendidas com as enchentes de maio e compreender as falhas e necessidades de adequação dos diques da Capital, Canoas e São Leopoldo.

“É preciso avaliar todo o sistema, implantado em um outro cenário climático. Queremos entender o que funcionou e o que deu errado e por quê?”, diz o deputado estadual Miguel Rossetto (PT), presidente da Frente das Águas. “O RS hoje é um epicentro dos efeitos das mudanças climáticas e o estado não está preparado pra isso, como temos visto de forma cada vez mais frequente, intensa e extrema. Precisamos proteger as pessoas, as cidades e a natureza; ela não é nossa inimiga, ela precisa ser entendida para ser protegida também”.

O evento, que recebeu o nome de “Audiência Pública Diques de Contenção – lições aprendidas nas cheias de maio”, terá caráter híbrido, sendo realizado presencialmente Plenarinho da Assembleia Legislativa (3º andar) e pelo link (clicar aqui).

O deputado destaca que o governo federal já anunciou que irá garantir os recursos necessários para atualizar projetos que tinham sido aprovados em 2012, no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e que estão atrasados ou paralisados, o que engloba projetos da Metroplan para o Arroio Feijó (Alvorada), rio Gravataí, rio dos Sinos, Eldorado do Sul e rio Caí. “É preciso aprender e agir. E isso vai além das obras em si, deve considerar estratégias de proteção de várzeas e planejamento de uso das planícies de inundação, ocupação do solo, modelos de gerenciamento para a infraestrutura e capacidade de gestão”, diz.

Rosseto avalia ainda que a Frente das Águas é fundamental para ampliar o diálogo com o objetivo de encontrar soluções compartilhadas e para que municípios, operadores dos sistemas de drenagem, empresas de saneamento, comitês de bacia hidrográfica e população possam participar e contribuir no planejamento, atualização e implementação dos projetos.

Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários