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Tradicionalismo e comunidade unidos no combate à violência contra a mulher em São Martinho Subtítulo:

Evento realizado no CTG Cezimbra Jacques contou com participação da Polícia Civil e debateu prevenção e enfrentamento à violência doméstica

06/03/2026 18h41
Por: Júlio Santos
Fotos: Divulgação/Ascom
Fotos: Divulgação/Ascom

O combate à violência contra a mulher foi tema de um encontro realizado na noite de quinta-feira no CTG Cezimbra Jacques, em São Martinho. A atividade contou com a participação da Polícia Civil e foi promovida em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, reunindo integrantes do movimento tradicionalista e membros da comunidade para discutir prevenção e enfrentamento à violência doméstica.

Durante o evento, a comissária da Polícia Civil, Luciana Rolim, conduziu uma explanação sobre o tema, destacando que o enfrentamento à violência contra a mulher exige o envolvimento de diferentes setores da sociedade. Conforme explicou, além da aplicação das leis, é fundamental a formação de redes de apoio e a conscientização da população para romper ciclos de abuso.

Em sua fala, a comissária destacou a importância da Lei Maria da Penha, considerada o principal marco legal brasileiro no combate à violência doméstica. A legislação define como violência qualquer ação ou omissão baseada no gênero que cause morte, lesão ou sofrimento físico, sexual ou psicológico às mulheres.

Outro ponto abordado foi a necessidade de ampliar as ações de prevenção, com iniciativas voltadas à informação e à conscientização da população. Entre os temas destacados estiveram a promoção da igualdade de gênero, a mudança de padrões culturais que ainda reforçam comportamentos violentos e a divulgação dos diferentes tipos de violência previstos na legislação.

Durante o encontro, também foram apresentados os principais tipos de violência que podem atingir as mulheres, como violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, reforçando a importância de reconhecer os sinais e buscar ajuda o quanto antes.

A atividade também ressaltou a importância do envolvimento dos homens na construção de relações mais respeitosas e igualitárias, fortalecendo uma cultura de paz dentro das famílias e da comunidade.

A iniciativa evidenciou a relevância da parceria entre instituições públicas, entidades tradicionalistas e a sociedade civil na promoção de ações educativas e preventivas, contribuindo para a construção de uma sociedade mais segura, justa e respeitosa para todas as mulheres.

Folha Popular: Com informações da Ascom da Polícia Civil.

 
 
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