Niederle
Rádio Municipal
Pizzaria Alcapone
F&J Santos
Sala
Sicredi
Mercado do povo
Unimed
Ponto Grill
Lazzaretti
Hospital Santo Antonio
Meganet
Tarzan
Portela FM
APPATA
Mecânica Jaime
Vento Sul
Sicoob
Fitness
Geral

Mercado reduz previsão da inflação de 4,9% para 4,84% este ano

Mercado reduz previsão da inflação de 4,9% para 4,84% este ano

31/07/2023 10h22Atualizado há 3 anos
Por: Júlio Santos
Dinheiro, Real, Moeda brasileira. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Dinheiro, Real, Moeda brasileira. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Agência Brasil - A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – caiu de 4,9% para 4,84% neste ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (31), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,89%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.

Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 61%.

A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Em junho, houve deflação no país, ou seja, um recuo nos preços na comparação com maio. O IPCA ficou negativo em 0,08%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o quarto mês seguido em que a inflação perdeu força. Em maio, o IPCA foi de 0,23%.

No ano, o índice soma 2,87% e, nos últimos 12 meses, 3,16%, abaixo dos 3,94% observados nos 12 meses imediatamente anteriores e seguindo a tendência de queda apresentada desde junho de 2022, quando o índice estava em 11,89%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado e é a maior desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.

Em março de 2021, o BC iniciou um ciclo de aperto monetário, em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Nessa semana, dias 1º e 2 de agosto, o Copom realiza a quinta reunião do ano para definir a Selic e, com a inflação em queda, o mercado espera uma redução de, pelo menos, 0,25 ponto percentual, para 13,5% ao ano.

Para os analistas financeiros ouvidos na pesquisa Focus, a expectativa é de que os juros básicos encerrem o ano em 12% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 9,25% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,75% ao ano e 8,5% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano ficou em 2,24%, mesma do boletim da semana passada.

Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 1,3%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 1,97%, respectivamente.

A previsão para a cotação do dólar está em R$ 4,91 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,00.

Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários
Tenente Portela, RS
Atualizado às 21h15
20°
Parcialmente nublado Máxima: 28° - Mínima: 19°
20°

Sensação

1.58 km/h

Vento

89%

Umidade

Fitness
Sicoob
Tarzan
Folha Popular
Meganet
Unimed
Portela FM
APPATA
Agro Niederle
Mecânica Jaime
Lazzaretti
Sala
F&J Santos
Pizzaria Alcapone
Rádio Municipal
Sicredi
Mercado do povo
Ponto Grill
Hospital Santo Antonio
Tarzan
F&J Santos
Sicoob
Vento Sul
Pizzaria Alcapone
Sicredi
APPATA
Sala
Mercado do povo
Meganet
Fitness
Sicoob
Hospital Santo Antonio
Agro Niederle
Unimed
Rádio Municipal
Ponto Grill
Lazzaretti
Mecânica Jaime
Municípios
Pizzaria Alcapone
APPATA
Fitness
Agro Niederle
Mecânica Jaime
Rádio Municipal
Unimed
Sicredi
Meganet
Hospital Santo Antonio
F&J Santos
Ponto Grill
Mercado do povo
Sala
Tarzan
Lazzaretti
Portela FM
Vento Sul
Sicoob
Últimas notícias
Ponto Grill
Agro Niederle
Sala
Rádio Municipal
Unimed
Fitness
Sicoob
APPATA
Portela FM
Mercado do povo
Mecânica Jaime
Pizzaria Alcapone
Lazzaretti
Vento Sul
Meganet
Tarzan
Sicredi
Hospital Santo Antonio
F&J Santos
Mais lidas
Pizzaria Alcapone
Vento Sul
F&J Santos
Fitness
Sala
Ponto Grill
APPATA
Rádio Municipal
Unimed
Portela FM
Hospital Santo Antonio
Agro Niederle
Meganet
Tarzan
Portela FM
Lazzaretti
Sicoob
Mecânica Jaime
Sicredi
Sala
Mercado do povo
Fitness
Agro Niederle
Mecânica Jaime
Meganet
Rádio Municipal
Tarzan
Sicredi
F&J Santos
Unimed
Sicoob
Hospital Santo Antonio
Vento Sul
Ponto Grill
Lazzaretti
APPATA
Pizzaria Alcapone